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Noticias Gerais - Sexta-feira, 08 de Maio de 2026

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Cimps Projeta Fortalecimento da Inclusão e Ampliação do Cuidado Especializado em Residência Inclusiva

Articulação entre SUAS e SUS projeta novo modelo de suporte para usuários com alto grau de dependência.


Cimps Projeta Fortalecimento da Inclusão e Ampliação do Cuidado Especializado em Residência Inclusiva

O Consórcio Intermunicipal de Políticas Sociais (Cimps) prepara o terreno para um avanço importante na rede de proteção regional. Com a implantação da primeira Residência Inclusiva Regional, o consórcio agora concentra esforços na construção de um modelo de atendimento que promete solucionar um dos maiores gargalos das políticas públicas: o acolhimento de pessoas com deficiência e elevado grau de dependência física.

O projeto, que ainda está em fase de consolidação técnica e aguarda a finalização das normativas oficiais, foca na quebra de barreiras para usuários com diagnóstico de tetraplegia ou condições que exigem cuidados constantes. Tradicionalmente, o chamado "Grau de Dependência III" impõe limites operacionais severos aos serviços socioassistenciais, mas o CIMPS pretende subverter essa lógica através da intersetorialidade.


A estratégia central para o futuro do serviço reside em uma parceria estratégica com a Secretaria Municipal de Saúde de Itupeva. A proposta é integrar os usuários da Residência Inclusiva ao programa "Melhor em Casa", permitindo que o suporte de atenção domiciliar do SUS funcione de forma híbrida com a acolhida do SUAS (Sistema Único de Assistência Social).

Na prática, isso significa que a Residência Inclusiva deixará de ser apenas um espaço de moradia para se tornar um ambiente de cuidado multiprofissional integrado. O plano prevê que equipes de saúde e assistência trabalhem em conjunto, garantindo segurança técnica para os profissionais e dignidade para os acolhidos que não possuem suporte familiar.


Para o corpo técnico do consórcio, o desafio atual não é apenas logístico, mas ético. O debate que move a construção desse novo protocolo defende que a dependência física severa não pode ser fator de exclusão do direito à convivência comunitária.

Embora os detalhes documentais ainda estejam sendo fechados entre os municípios consorciados e a organização parceira, o norte do projeto já está definido: consolidar uma solução que responda à complexidade das demandas sociais modernas. O objetivo final é garantir que o direito à cidadania e à construção de projetos de vida seja assegurado a todos, independentemente das limitações físicas, transformando a região em um laboratório de políticas públicas humanizadas e eficazes.

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